Sem insipiração me foco na transpiração.
Me forço a fazer o indevido, e devido ao não vivido
arrasto-me pro seu ser que não é lívido
invento pra você um céu que não te pertence
Mergulho dentro dele de parapente
derepente percebo que o lugar que estava outrora habitanto não era céu
era o limbo da alma
era o notório vazio.
Não quero ficar aqui remoendo sentimentos que invento
Não quero mais criar visões de você
não quero mais criar visões para você.
O coração que almejo, foi você quem desenhou
o amor que desenhou, eu quem cobicei
e quis tudo s pra mim
as visões, imaginações, e abastratas ações
Só dei de mim o que eu nem sabia que exisita
e guardei o que eu já conhecia, pra quê...
Fiquei cego de agonia
Fiquei fustigado de ira.
Por tre-lhe entregado assim, a melhor parte de mim.
Caetano Rampinelli