Seus restos não me apetecem
seus gestos não lhe concede o direito de me deixar
sua vida não compete com a minha
sua ida não traça uma trajetória linear
sua volta me desconcerta
suas deixas me matam a cada dia
seus atos falhos ficam mais claros
e mesmo com tudo isso, só consigo te querer mais
E agora?
domingo, 2 de junho de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Pasto
sua chuva de desgosto
sua maçã do rosto
seu gosto
O passo
o aço que é teu coração
O fracasso
meu pasto
Fez do meu coração um deleite
um antepasto
curtido pra você deliciar-se
num capricho, num enfeite
O fracasso
meu traço
Traçando, tramando
entre nós a transa
do laço, despedaçado em mil pedaços
sua maçã do rosto
seu gosto
O passo
o aço que é teu coração
O fracasso
meu pasto
Fez do meu coração um deleite
um antepasto
curtido pra você deliciar-se
num capricho, num enfeite
O fracasso
meu traço
Traçando, tramando
entre nós a transa
do laço, despedaçado em mil pedaços
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Dissabor
Nunca me deixe na expectativa
Ela me alimenta ilusão,
deixando-me solto num colchão de metáforas raivosas
Não me deixa achando está na ativa
Pois assim fico feito um cão
Deixando-me salivando olhando pra sua carne porosa
Não me dê o doce, tirando logo em seguida
Isso machuca mais do que o seu ''não''
Não me deixe novamente na expectativa
Se não faço do meu esperar uma eterna bandeira erguida
Esbofeteando-se em um vento de dissabores
Não me deixe querendo sempre mais
Não deixe meu corsário preso no cais
Pois só em você encontro mil sabores
Não quebre minha estrutura poética
Não seja tão radical, nem tão exato
Seja pra mim mais fonética, mais métrica...sem ser radical
Pois se for assim, logo me farto.
Seja animal
sinta, deseje, me almeje...
Ela me alimenta ilusão,
deixando-me solto num colchão de metáforas raivosas
Não me deixa achando está na ativa
Pois assim fico feito um cão
Deixando-me salivando olhando pra sua carne porosa
Não me dê o doce, tirando logo em seguida
Isso machuca mais do que o seu ''não''
Não me deixe novamente na expectativa
Se não faço do meu esperar uma eterna bandeira erguida
Esbofeteando-se em um vento de dissabores
Não me deixe querendo sempre mais
Não deixe meu corsário preso no cais
Pois só em você encontro mil sabores
Não quebre minha estrutura poética
Não seja tão radical, nem tão exato
Seja pra mim mais fonética, mais métrica...sem ser radical
Pois se for assim, logo me farto.
Seja animal
sinta, deseje, me almeje...
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Maré
Por dentro um turbilhão
mas quando é pra ser pra fora não resta um
habita em mim mais de um milhão
mas minha alma não exala nada além desse rum
Dentro desse dia violento, dentro desse mar que me é um alento
eu aprendo a viver só
Eu, e esse turbilhão de matizes emotivas que em mim habita
Uma cartela de cores, e calores
tanta temperatura que volta teima em me ver na pista
na pista do céu, dos sabores...
Nesse trilho vendo o mundo passar feito trem bala
nada que não me faça, nada que não seja minha fala
Mas tudo que se diz, tudo que soa
neste mundo parece bobagem, quando não é sentimento, é sacanagem
quando não é sacanagem, é pura colagem
nada mais parece ser do jeito que é
em tudo tem algo que te dói
em tudo tem algo que não da pé
em tudo você diz que nada é...
e o que fazer com essa maré sólida de fustigações dentro do meu ser?
vou rezar, me ajoelhar, e implorar pra um dia você crer
que as vontades e as palavras são lavadas a um infinito prisma de amor
um caleidoscópio violento e lúdico
fora do normal
do que você julga formal
esse é meu mal
despejar em cima do mundo aquilo que não cabe em mim
mas quando é pra ser pra fora não resta um
habita em mim mais de um milhão
mas minha alma não exala nada além desse rum
Dentro desse dia violento, dentro desse mar que me é um alento
eu aprendo a viver só
Eu, e esse turbilhão de matizes emotivas que em mim habita
Uma cartela de cores, e calores
tanta temperatura que volta teima em me ver na pista
na pista do céu, dos sabores...
Nesse trilho vendo o mundo passar feito trem bala
nada que não me faça, nada que não seja minha fala
Mas tudo que se diz, tudo que soa
neste mundo parece bobagem, quando não é sentimento, é sacanagem
quando não é sacanagem, é pura colagem
nada mais parece ser do jeito que é
em tudo tem algo que te dói
em tudo tem algo que não da pé
em tudo você diz que nada é...
e o que fazer com essa maré sólida de fustigações dentro do meu ser?
vou rezar, me ajoelhar, e implorar pra um dia você crer
que as vontades e as palavras são lavadas a um infinito prisma de amor
um caleidoscópio violento e lúdico
fora do normal
do que você julga formal
esse é meu mal
despejar em cima do mundo aquilo que não cabe em mim
terça-feira, 14 de maio de 2013
empty
Queria te colocar no tamanho da minha compreensão
Te adequar ao quanto te quero dentro da minha equação
Responder pra vida e pro mundo que a resposta das minhas questões todas é você
Quando é que iremos nos colocar em um plano onde nós dois seremos um?
Quando isso acontecer, deixe-me saber
eu preciso...
eu preciso de um pouco do seu amor, pois sem ele já não crio mais rimas
preciso do seu amor pra me manter, viver...
me desculpe se eu sou por inteiro e mais um pouco pra você
eu não sei ser pela metade
sempre me entrego, nunca me despeço...faço da despedida uma ponte quebrada...esperando pra ser de novo contruída...pedaço à pedaço.
Deixando sempre em débito minha vontade de te possuir
Eu preciso de você, como qualquer coisa nessa terra que depende de outra
mas não quero que essa dependência se torne algo impertinente
só quero que compreenda que te quero completar
ser complementar
elementar
e somente te amar...
Fica aqui minha saudade
fica aqui um ínfimo pedaço de tudo que gostaria te lhe mostrar
Pois é tão grande e valioso, que palavras não bastam
atitudes me fogem
só resta o que o coração pulsa
e isso já é bastante...
Te amo, te solto, te deixo...
se for meu, irá voltar...esse clichê funciona...
Pois se te prendo, foges...
e quero você pra mim, do seu jeito
Só quero te amar, puramente, pura mente...
Vê se volta, não me deixe sem volta
Te adequar ao quanto te quero dentro da minha equação
Responder pra vida e pro mundo que a resposta das minhas questões todas é você
Quando é que iremos nos colocar em um plano onde nós dois seremos um?
Quando isso acontecer, deixe-me saber
eu preciso...
eu preciso de um pouco do seu amor, pois sem ele já não crio mais rimas
preciso do seu amor pra me manter, viver...
me desculpe se eu sou por inteiro e mais um pouco pra você
eu não sei ser pela metade
sempre me entrego, nunca me despeço...faço da despedida uma ponte quebrada...esperando pra ser de novo contruída...pedaço à pedaço.
Deixando sempre em débito minha vontade de te possuir
Eu preciso de você, como qualquer coisa nessa terra que depende de outra
mas não quero que essa dependência se torne algo impertinente
só quero que compreenda que te quero completar
ser complementar
elementar
e somente te amar...
Fica aqui minha saudade
fica aqui um ínfimo pedaço de tudo que gostaria te lhe mostrar
Pois é tão grande e valioso, que palavras não bastam
atitudes me fogem
só resta o que o coração pulsa
e isso já é bastante...
Te amo, te solto, te deixo...
se for meu, irá voltar...esse clichê funciona...
Pois se te prendo, foges...
e quero você pra mim, do seu jeito
Só quero te amar, puramente, pura mente...
Vê se volta, não me deixe sem volta
segunda-feira, 25 de março de 2013
Poder ia
eu poderia me desenhar em tremendos rabiscos
eu poderia me sintetizar em palavras como frascos vedados
poderia me abrir, me soltar no mar...mas pra isso antes me arrisco
poderia me desenhar nas cores do teu desejo moldado
poderia te desenhar nas dores do meu amor conformado
poderia te soltar nas linhas herméticas da minha solidão escrachada
poderia te prender nas curvas do meu ser consolado
poderia te deixar deste lado
poderia parar de pensar no que poderia
poderia começar a pensar no que deveria
no que seria
sempre hesitando me consultando e nunca existindo
posso é te colocar desse lado
posso, e vou.
eu poderia me sintetizar em palavras como frascos vedados
poderia me abrir, me soltar no mar...mas pra isso antes me arrisco
poderia me desenhar nas cores do teu desejo moldado
poderia te desenhar nas dores do meu amor conformado
poderia te soltar nas linhas herméticas da minha solidão escrachada
poderia te prender nas curvas do meu ser consolado
poderia te deixar deste lado
poderia parar de pensar no que poderia
poderia começar a pensar no que deveria
no que seria
sempre hesitando me consultando e nunca existindo
posso é te colocar desse lado
posso, e vou.
segunda-feira, 18 de março de 2013
empty
Escrevo por que na hora de sintetizar minha sonoridade que me some no linguajar quando sua voz metalizada se depara com meu tímpano. Logo me descompasso, e em apenas um frasco me limito a permitir que você penetre em mim.
É como um grito de gol no estádio
Como crianças gritando no pátio.
Paixão poeril, e mesmo assim tão viril.
Você penetrou como agulha em busca da minha medula. Doeu como parto.
Abrindo e dilatando meu ser,e assim me reparto, me despedaço.
Apenas pra te mostrar que estou enlatado, pronto pra consumo.
Em postas, me cravando nas suas costas.
Afundando minha saliva nos teus poros, pra te completar. Ou pelo menos tentar ser parte de você.
Te tornear, malhar você na parede de espinhos que é meu desejo.
Te afogar no mar quente de seiva que é meu beijo.
Te fazer sangrar pra quebrar essa indiferença.
Te fazer sentir como é bom esse açoite que me arrebate a noite quando me pego arranhando buscando seus pelos.
Suplicando apreço
Por que no fundo eu sei
eu me permito, e por isso
te mereço.
É como um grito de gol no estádio
Como crianças gritando no pátio.
Paixão poeril, e mesmo assim tão viril.
Você penetrou como agulha em busca da minha medula. Doeu como parto.
Abrindo e dilatando meu ser,e assim me reparto, me despedaço.
Apenas pra te mostrar que estou enlatado, pronto pra consumo.
Em postas, me cravando nas suas costas.
Afundando minha saliva nos teus poros, pra te completar. Ou pelo menos tentar ser parte de você.
Te tornear, malhar você na parede de espinhos que é meu desejo.
Te afogar no mar quente de seiva que é meu beijo.
Te fazer sangrar pra quebrar essa indiferença.
Te fazer sentir como é bom esse açoite que me arrebate a noite quando me pego arranhando buscando seus pelos.
Suplicando apreço
Por que no fundo eu sei
eu me permito, e por isso
te mereço.
domingo, 17 de março de 2013
Despertar
Sou pra você o que nem você sabe mais se quer
serei pra você
o que não vai mais dar pé
Despertar pra esse disparate, é um mistério despertado por aí
vou te fechar nas minhas pernas feito alicate
vou te acordar, te energizar como um pote de açaí.
e se você não aceitar em se abrir
ao anoitecer vou te abduzir
e te engolir.
Porquê pra mim quero você deglutido, iludido
inundado de tesão
rindo da minha solidão
vou te deitar no chão de tanta paixão
Um orgasmo infinito de amorosa transgressão.
serei pra você
o que não vai mais dar pé
Despertar pra esse disparate, é um mistério despertado por aí
vou te fechar nas minhas pernas feito alicate
vou te acordar, te energizar como um pote de açaí.
e se você não aceitar em se abrir
ao anoitecer vou te abduzir
e te engolir.
Porquê pra mim quero você deglutido, iludido
inundado de tesão
rindo da minha solidão
vou te deitar no chão de tanta paixão
Um orgasmo infinito de amorosa transgressão.
sábado, 16 de março de 2013
Furtacor
Minha vontade sangra em ter vontade
meu sangue corre furtacor,
indolor de se saber que é cheio de sabor
só o conscentimento de se ser já basta
nem que seja só uma ínfima lasca
já me afasta da sua indiferença
e me dá uma leve crença
que o amor ainda pode vir.
meu sangue corre furtacor,
indolor de se saber que é cheio de sabor
só o conscentimento de se ser já basta
nem que seja só uma ínfima lasca
já me afasta da sua indiferença
e me dá uma leve crença
que o amor ainda pode vir.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Restos em textos
Tudo em mim sobra
e de tanto sobrar, acaba tendo nada
sofro por sobrar e não saber ter.
sofro por não guardar, e por não saber em mim me perder
sofro por não ter ninguém
sofro por assim pensar também...
e de tanto sobrar, acaba tendo nada
sofro por sobrar e não saber ter.
sofro por não guardar, e por não saber em mim me perder
sofro por não ter ninguém
sofro por assim pensar também...
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Sensei
Todo tempo frutado, saboroso
Para uns um deleite frustrado
para outros um perfume caro.
Um caso raro.
Buscado no interior de seu seio,
sua fome sou eu quem saceio.
Tô falando quê? Já nem sei
Dessa onda derrapei, cansei e sentei
nessa área do descaso meu bem
sou sensei.
Para uns um deleite frustrado
para outros um perfume caro.
Um caso raro.
Buscado no interior de seu seio,
sua fome sou eu quem saceio.
Tô falando quê? Já nem sei
Dessa onda derrapei, cansei e sentei
nessa área do descaso meu bem
sou sensei.
Sensei
Todo tempo frutado, saboroso
Para uns um deleite frustrado
para outros um perfume caro.
Um caso raro.
Buscado no interior de seu seio,
sua fome sou eu quem saceio.
Tô falando quê? Já nem sei
Dessa onda derrapei, cansei e sentei
nessa área do descaso meu bem
sou sensei.
Para uns um deleite frustrado
para outros um perfume caro.
Um caso raro.
Buscado no interior de seu seio,
sua fome sou eu quem saceio.
Tô falando quê? Já nem sei
Dessa onda derrapei, cansei e sentei
nessa área do descaso meu bem
sou sensei.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Gayrreiro
Pouco à vontade
sempre veem as mesmas palavras
lavadas à magma, fudtigando corroendo
comovendo minha suspeita comoção
A velha falsa emoção, já não mais em mim habta
Me excita em não querer aquela história
a errônea glória. Ah! Essa história
rabiscada entre palavras jogadas.
Deslavadas
desalmadas
desarmadas
Feito eu que agora desfiz
tudo o que não sei
não sei se nele condiz
Aquele sorriso de respaldo
Aquele abraço, de amor colocado
Primeiro beijo, cheio de desejo
o último abraço, foi meu fracasso.
sempre veem as mesmas palavras
lavadas à magma, fudtigando corroendo
comovendo minha suspeita comoção
A velha falsa emoção, já não mais em mim habta
Me excita em não querer aquela história
a errônea glória. Ah! Essa história
rabiscada entre palavras jogadas.
Deslavadas
desalmadas
desarmadas
Feito eu que agora desfiz
tudo o que não sei
não sei se nele condiz
Aquele sorriso de respaldo
Aquele abraço, de amor colocado
Primeiro beijo, cheio de desejo
o último abraço, foi meu fracasso.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
(F)Elis Regina
Só ela fez o quis
o que não quis
o que não me coube
o que não lhe condiz
com sua voz, sua luz
sua matiz
e meço de sua cruz
teu simples aprendiz
Por tantos matizes e campos
Foram tantos os mantos
Fez do que conheço
do que conhecia
o teu apreço
minha heresia
Na tua voz econtrei a cor
daquele velho amor
da nostalgia
do que sempre achei que sentia
que doía
que dizia
arrastava
a melodia
Melô o dia, quebro o clima
anfetamina
me alucina
recrimina
Mas nunca quebro o que é de cima
O que é teu, Elis
me deixou feliz
completamente o que não fiz
se tornou o que logo me fez aprendiz
Novamente o mesmo termo
o que ergo no aterro
o que pego no erro
o que aprendo sendo feliz
Com o cantar o deixar
de ser ter
ou de amar
de conter
ou soltar
de prender
ou respirar
de não ter
ou ganhar.
Salve elis
Salve esse amar
Salve o feliz
Salve o saborear.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Dia de vento em um Janeiro violento.
Naquele dia de sol quente
até meu marasmo sempre intacto, frio
se encontrava naquela hora, ardente.
O vento parecia carregado de gente
Palavra essa da qual o vento não muito tardou à levar.
Arrebatando o simples rebento do respirar
Janeiro e vento unidos
foi o que me deixou violento
como aquele vento
Ao que me fez chorar, derramar, esbofetear.
Só me contento esperando a chuva que talvez me entregue o tempo
Mais um dia de vento, em um Janeiro violento.
até meu marasmo sempre intacto, frio
se encontrava naquela hora, ardente.
O vento parecia carregado de gente
Palavra essa da qual o vento não muito tardou à levar.
Arrebatando o simples rebento do respirar
Janeiro e vento unidos
foi o que me deixou violento
como aquele vento
Ao que me fez chorar, derramar, esbofetear.
Só me contento esperando a chuva que talvez me entregue o tempo
Mais um dia de vento, em um Janeiro violento.
Sexo sem nexo
Disparando como um raio me lancei nessa direção
como sempre sem saber
sem nem mesmo querer
me encontrei sem coração.
Sem nada mais do que não mais saber dizer não!
Projeção
Energética, gutural
quase escultural.
Tão brilhante, pulsante relutante em não mais em mim habitar.
Volta sem volta.
Aventura clichê do sem fim.
Era eu, era ''mim''.
Outrora vigoroso
Agora viscoso
meladiço
movedaquilo
Sem nunca sair do lugar
Feito luar abstrato
Era meu extrato.
como sempre sem saber
sem nem mesmo querer
me encontrei sem coração.
Sem nada mais do que não mais saber dizer não!
Projeção
Energética, gutural
quase escultural.
Tão brilhante, pulsante relutante em não mais em mim habitar.
Volta sem volta.
Aventura clichê do sem fim.
Era eu, era ''mim''.
Outrora vigoroso
Agora viscoso
meladiço
movedaquilo
Sem nunca sair do lugar
Feito luar abstrato
Era meu extrato.
Suspende a carne
Suspende teu medo
lhe tenho desejo.
suspende esse seu ermo termo
lhe tenho apreço.
Suspende esse teu ego que é um prego
vem cá, eu te sossego
Suspende sua vez, que lhe mostro minha tez.
SUSPENDE A CARNE, DESCE SÓ O PECADO
QUE AGORA COMIGO É ASSIM
WHISKEY VIRADO
PRA TE TER NO MEU FIM.
lhe tenho desejo.
suspende esse seu ermo termo
lhe tenho apreço.
Suspende esse teu ego que é um prego
vem cá, eu te sossego
Suspende sua vez, que lhe mostro minha tez.
SUSPENDE A CARNE, DESCE SÓ O PECADO
QUE AGORA COMIGO É ASSIM
WHISKEY VIRADO
PRA TE TER NO MEU FIM.
Assinar:
Comentários (Atom)
