Tudo em mim sobra
e de tanto sobrar, acaba tendo nada
sofro por sobrar e não saber ter.
sofro por não guardar, e por não saber em mim me perder
sofro por não ter ninguém
sofro por assim pensar também...
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Sensei
Todo tempo frutado, saboroso
Para uns um deleite frustrado
para outros um perfume caro.
Um caso raro.
Buscado no interior de seu seio,
sua fome sou eu quem saceio.
Tô falando quê? Já nem sei
Dessa onda derrapei, cansei e sentei
nessa área do descaso meu bem
sou sensei.
Para uns um deleite frustrado
para outros um perfume caro.
Um caso raro.
Buscado no interior de seu seio,
sua fome sou eu quem saceio.
Tô falando quê? Já nem sei
Dessa onda derrapei, cansei e sentei
nessa área do descaso meu bem
sou sensei.
Sensei
Todo tempo frutado, saboroso
Para uns um deleite frustrado
para outros um perfume caro.
Um caso raro.
Buscado no interior de seu seio,
sua fome sou eu quem saceio.
Tô falando quê? Já nem sei
Dessa onda derrapei, cansei e sentei
nessa área do descaso meu bem
sou sensei.
Para uns um deleite frustrado
para outros um perfume caro.
Um caso raro.
Buscado no interior de seu seio,
sua fome sou eu quem saceio.
Tô falando quê? Já nem sei
Dessa onda derrapei, cansei e sentei
nessa área do descaso meu bem
sou sensei.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Gayrreiro
Pouco à vontade
sempre veem as mesmas palavras
lavadas à magma, fudtigando corroendo
comovendo minha suspeita comoção
A velha falsa emoção, já não mais em mim habta
Me excita em não querer aquela história
a errônea glória. Ah! Essa história
rabiscada entre palavras jogadas.
Deslavadas
desalmadas
desarmadas
Feito eu que agora desfiz
tudo o que não sei
não sei se nele condiz
Aquele sorriso de respaldo
Aquele abraço, de amor colocado
Primeiro beijo, cheio de desejo
o último abraço, foi meu fracasso.
sempre veem as mesmas palavras
lavadas à magma, fudtigando corroendo
comovendo minha suspeita comoção
A velha falsa emoção, já não mais em mim habta
Me excita em não querer aquela história
a errônea glória. Ah! Essa história
rabiscada entre palavras jogadas.
Deslavadas
desalmadas
desarmadas
Feito eu que agora desfiz
tudo o que não sei
não sei se nele condiz
Aquele sorriso de respaldo
Aquele abraço, de amor colocado
Primeiro beijo, cheio de desejo
o último abraço, foi meu fracasso.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
(F)Elis Regina
Só ela fez o quis
o que não quis
o que não me coube
o que não lhe condiz
com sua voz, sua luz
sua matiz
e meço de sua cruz
teu simples aprendiz
Por tantos matizes e campos
Foram tantos os mantos
Fez do que conheço
do que conhecia
o teu apreço
minha heresia
Na tua voz econtrei a cor
daquele velho amor
da nostalgia
do que sempre achei que sentia
que doía
que dizia
arrastava
a melodia
Melô o dia, quebro o clima
anfetamina
me alucina
recrimina
Mas nunca quebro o que é de cima
O que é teu, Elis
me deixou feliz
completamente o que não fiz
se tornou o que logo me fez aprendiz
Novamente o mesmo termo
o que ergo no aterro
o que pego no erro
o que aprendo sendo feliz
Com o cantar o deixar
de ser ter
ou de amar
de conter
ou soltar
de prender
ou respirar
de não ter
ou ganhar.
Salve elis
Salve esse amar
Salve o feliz
Salve o saborear.
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