Por dentro um turbilhão
mas quando é pra ser pra fora não resta um
habita em mim mais de um milhão
mas minha alma não exala nada além desse rum
Dentro desse dia violento, dentro desse mar que me é um alento
eu aprendo a viver só
Eu, e esse turbilhão de matizes emotivas que em mim habita
Uma cartela de cores, e calores
tanta temperatura que volta teima em me ver na pista
na pista do céu, dos sabores...
Nesse trilho vendo o mundo passar feito trem bala
nada que não me faça, nada que não seja minha fala
Mas tudo que se diz, tudo que soa
neste mundo parece bobagem, quando não é sentimento, é sacanagem
quando não é sacanagem, é pura colagem
nada mais parece ser do jeito que é
em tudo tem algo que te dói
em tudo tem algo que não da pé
em tudo você diz que nada é...
e o que fazer com essa maré sólida de fustigações dentro do meu ser?
vou rezar, me ajoelhar, e implorar pra um dia você crer
que as vontades e as palavras são lavadas a um infinito prisma de amor
um caleidoscópio violento e lúdico
fora do normal
do que você julga formal
esse é meu mal
despejar em cima do mundo aquilo que não cabe em mim
Lindo Caê! Vc é um artista lindo! Bjos kk
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