tela de descanso
eu tanto ouço e canso
do tempo de ontem
do tempo de nunca mais
tela cheia
barriga vazia
entranha em nó
esstranha estadia
tardia noite em tantas notas da voz
da garganta rouca sobram poucas
mas são sombras em poucos sóis
de deboche
pensando por eles e quase nunca por nós
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