sexta-feira, 28 de outubro de 2011












Ele se entregou ao vento como quem se entrega a vida



Não ficou com medo,estava apenas cansado.






Abriu as janelas,precisava de respostas, mesmo que essas já nao fossem exatas...



Sentiu-se aliviado ou a caminho da traquilidade.






incógnitas? muitas,um rio sem fim.






Aproveitau então,o vento,as janelas abertas e o rio , SE ENTREGOU.



Não parou em margen nenhuma , tão pouco pensou em parágrafos maiores e exclamacões



deixou-se levar pelo fluxo,ora rápido,ora lento.



Pois é ,nao deu,deixou assim ,como está.



E ao amanhã? ,não diz,



SÓ SE ENTREGA POR VIVER.









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