segunda-feira, 28 de novembro de 2011

D's poetry

Moreno, sereno, ai meu deus!
se soubesse o desejo que tenho
grande pequeno,
Que de pequeno tem nada.
Oh ! Senhor, dai-me uma granada,
pra que em sua boca exploda

Fuzil, negro, anil.
Quero sentir no azeite da pele
o sutil que escurece.
Desce, cresce...

Até as palavras descrita, escritas...me exaltam

Ritual do jazz, do ébano
garanhão, arranhão
brusco.

Comecei com sereno
e termino sozinho
neste terreno.
Qual desconheço,
não sei se pela falta de algo que mereço
ou alheio apreço

Anseio pelo saceio do negro esguelho
suplico por sentir de longe o cheiro
da pele estremecer, o reluzir.
Me comece, pelo meio, pelo hit
pelo traseiro a seduzir.

Sua dança tribal
devora-me canibal
animal, carnal
banal

não são egóicos desejos
é tudo isso que defronte a mim
atormenta instintivamente
meu lado ruim.

Rum, chocolate
não sei como terminar
a não ser
com um excitado me bate

( Caetano Rampinelli )

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