racionalidade
identidade
nacionalidade
em qual das idades reconhecer o som que em nós propõe impar idade
desconheço o que nos difere
unissono
uniforme
me tome me transforme
me informe o que talvez me deforme
Se nem a Lua me difere
não quero ser eu quem o fere
curar-te-ei com febre
Febre, fervor, suor, e pudor.
Finalizar com amor, você que me trouxe ardor.
Te nego a dor
Te trago furor.
Me tenho cor!
Ei de mim, que lhe peço atenção
Me policio
Me vigio
Logo tenho coração,
e um pouco mais de ação.
Não pra lhe mostrar gratidão.
Pois um pensamento tão são
não posso expelir, sem ao menos dizer NÃO.
domingo, 9 de setembro de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Then
Acatei pra mim o direito de mudar o modo de pensar.
Ora impulsivo, ora doce, ora agressivo, e sempre incompreendido.
Sempre em busca de algo melhor, e comunitário...
mas nem sempre vale-se a pena mudar o modo de ver as coisas.
Acabo por assim desfragmentando meu ser, e desfigurando minha figura.
em busca do que dizem ser bom, em busca do que nem sei se é tão bom...
Ora impulsivo, ora doce, ora agressivo, e sempre incompreendido.
Sempre em busca de algo melhor, e comunitário...
mas nem sempre vale-se a pena mudar o modo de ver as coisas.
Acabo por assim desfragmentando meu ser, e desfigurando minha figura.
em busca do que dizem ser bom, em busca do que nem sei se é tão bom...
segunda-feira, 23 de julho de 2012
empty
Sem insipiração me foco na transpiração.
Me forço a fazer o indevido, e devido ao não vivido
arrasto-me pro seu ser que não é lívido
invento pra você um céu que não te pertence
Mergulho dentro dele de parapente
derepente percebo que o lugar que estava outrora habitanto não era céu
era o limbo da alma
era o notório vazio.
Não quero ficar aqui remoendo sentimentos que invento
Não quero mais criar visões de você
não quero mais criar visões para você.
O coração que almejo, foi você quem desenhou
o amor que desenhou, eu quem cobicei
e quis tudo s pra mim
as visões, imaginações, e abastratas ações
Só dei de mim o que eu nem sabia que exisita
e guardei o que eu já conhecia, pra quê...
Fiquei cego de agonia
Fiquei fustigado de ira.
Por tre-lhe entregado assim, a melhor parte de mim.
Caetano Rampinelli
Me forço a fazer o indevido, e devido ao não vivido
arrasto-me pro seu ser que não é lívido
invento pra você um céu que não te pertence
Mergulho dentro dele de parapente
derepente percebo que o lugar que estava outrora habitanto não era céu
era o limbo da alma
era o notório vazio.
Não quero ficar aqui remoendo sentimentos que invento
Não quero mais criar visões de você
não quero mais criar visões para você.
O coração que almejo, foi você quem desenhou
o amor que desenhou, eu quem cobicei
e quis tudo s pra mim
as visões, imaginações, e abastratas ações
Só dei de mim o que eu nem sabia que exisita
e guardei o que eu já conhecia, pra quê...
Fiquei cego de agonia
Fiquei fustigado de ira.
Por tre-lhe entregado assim, a melhor parte de mim.
Caetano Rampinelli
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Foste ( Jéssica )
que os tempo leve a minha mensagem , minha mesclagem de sentimentos
minha mais sincera comoção, e meu mais sincero perdão
minha vontade de te abraçar de ver tuas covinhas, tuas '' picuinhas ''
de me aperrear, me flertar, me espetar, me cortar.
Hematomas de sodomia tão bem aceitos por mim, e por você.
cicatrizes dentro dos poros, que se sente, não se vê.
Foi bem isso que aconteceu.
se matamos, e morreu.
Te sepulto dentro do ser. querer crescer...crer, ser
minha mais sincera comoção, e meu mais sincero perdão
minha vontade de te abraçar de ver tuas covinhas, tuas '' picuinhas ''
de me aperrear, me flertar, me espetar, me cortar.
Hematomas de sodomia tão bem aceitos por mim, e por você.
cicatrizes dentro dos poros, que se sente, não se vê.
Foi bem isso que aconteceu.
se matamos, e morreu.
Te sepulto dentro do ser. querer crescer...crer, ser
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
cantos
Jangada coquinho, jandaia.
Ubuirapurinho
Verde dia, verde noite,
Igaraçú.
Solte maracanã gaçu.
Tropeiro, Troleiro.
Voa papagaio moleiro.
Dizem terra imunda, de folhagens de pé rasteiro.
Quem se diverte é o sagui de cara suja.
Trezentos e sessenta graus, pescoço de coruja.
Ararajuba, peito roxo,
como dizia meu avô:
''vá suá, meu filho''
rasteje pelos galhos, com patas de sauá.
Ver toda fauna, flora,
me sustenta a dó
Foge guigó.
Anacã, penugens de iansã,
curica como choro de cuíca
preso na cadência da artificial selva.
Nádegas vermelhas de urucum,
lacrimejam os olhos com seiva.
Saudade sinto vinda dos babuínos.
Pausa pra cerveja,
espero que os seres presos, nem a veja.
Araçari, Urumutum,
Araçari poca.
ai, se solto um,
direto à toca.
Araçari castanho.
Como soa meu trompete de estanho.
Cujubé Tucamuçu.
Canione de dorival
mutum da Bahia.
Tucano de peito branco
Bossa nova com alma branca.
jurura, Jaburú.
Toca pena branca,
tica corcoroba .
Aves ribeirinhas
presas inteirinhas.
Da cor da pedra
guará, que Deus
um dia soltará.
Maria-faceira.
Lembra-me minha avó,
rasteira e macumbeira.
Piton reticulada
suas vertebras inexistentes
tão bem articuladas.
Tamanduá-Bandeira
cauda de flamulas,
rastreando as ínfimas formigas
todas sem saber, sendo amigas.
Dos felinos o majestoso me fita
com olhos de fadiga.
Pra tamanha aparência
se esquecem da selvagem vivência.
Dormem feito felinos domésticos.
Como nossa colágeno acostumando-se
com os cosméticos.
Onça parda feita nossa pele
adaptada pro que é, pro que não é
parda adapta aquilo que nos repele.
Bigodinho, Tico-Tico.
caboclinho, tié preto.
tristeza pedindo liberdade.
( Caetano Rampinelli )
Ubuirapurinho
Verde dia, verde noite,
Igaraçú.
Solte maracanã gaçu.
Tropeiro, Troleiro.
Voa papagaio moleiro.
Dizem terra imunda, de folhagens de pé rasteiro.
Quem se diverte é o sagui de cara suja.
Trezentos e sessenta graus, pescoço de coruja.
Ararajuba, peito roxo,
como dizia meu avô:
''vá suá, meu filho''
rasteje pelos galhos, com patas de sauá.
Ver toda fauna, flora,
me sustenta a dó
Foge guigó.
Anacã, penugens de iansã,
curica como choro de cuíca
preso na cadência da artificial selva.
Nádegas vermelhas de urucum,
lacrimejam os olhos com seiva.
Saudade sinto vinda dos babuínos.
Pausa pra cerveja,
espero que os seres presos, nem a veja.
Araçari, Urumutum,
Araçari poca.
ai, se solto um,
direto à toca.
Araçari castanho.
Como soa meu trompete de estanho.
Cujubé Tucamuçu.
Canione de dorival
mutum da Bahia.
Tucano de peito branco
Bossa nova com alma branca.
jurura, Jaburú.
Toca pena branca,
tica corcoroba .
Aves ribeirinhas
presas inteirinhas.
Da cor da pedra
guará, que Deus
um dia soltará.
Maria-faceira.
Lembra-me minha avó,
rasteira e macumbeira.
Piton reticulada
suas vertebras inexistentes
tão bem articuladas.
Tamanduá-Bandeira
cauda de flamulas,
rastreando as ínfimas formigas
todas sem saber, sendo amigas.
Dos felinos o majestoso me fita
com olhos de fadiga.
Pra tamanha aparência
se esquecem da selvagem vivência.
Dormem feito felinos domésticos.
Como nossa colágeno acostumando-se
com os cosméticos.
Onça parda feita nossa pele
adaptada pro que é, pro que não é
parda adapta aquilo que nos repele.
Bigodinho, Tico-Tico.
caboclinho, tié preto.
tristeza pedindo liberdade.
( Caetano Rampinelli )
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Seu Quadrado
Ah tá! Tomar conta dos anseios alheios
Passar a ferro quente, seu seio, sua fonte.
Passeando, você vai sorrindo sugando as murmurantes.
Os caladinhos vão acatando, tornando-se mutantes.
Metamorfose de vontade de nada, só esborniando,
sonhando com um ideal que caiba nos seus sonhos.
Piedade á você que sorri com dentes de respaldo.
Humildade...caminhe com ela conversando sobre ombros.
Cale-se, afaste este olhar que desdenha o meu desdém.
Ousadia sem olhar nos olhos não é ousadia,
é pura covardia.
Palavra que lhe foge, assim como quem foge pro seu alento.
Não lhe culpo, lhe perdoo, que tome teu voo.
ache teu ninho.
Me deixe achando que estou sozinho...
sorrindo, sambando.
Feliz e de fininho.
Passar a ferro quente, seu seio, sua fonte.
Passeando, você vai sorrindo sugando as murmurantes.
Os caladinhos vão acatando, tornando-se mutantes.
Metamorfose de vontade de nada, só esborniando,
sonhando com um ideal que caiba nos seus sonhos.
Piedade á você que sorri com dentes de respaldo.
Humildade...caminhe com ela conversando sobre ombros.
Cale-se, afaste este olhar que desdenha o meu desdém.
Ousadia sem olhar nos olhos não é ousadia,
é pura covardia.
Palavra que lhe foge, assim como quem foge pro seu alento.
Não lhe culpo, lhe perdoo, que tome teu voo.
ache teu ninho.
Me deixe achando que estou sozinho...
sorrindo, sambando.
Feliz e de fininho.
Gria
E o seu nariz sangra de vontade de me ver.
è melhor mentir para mim, me sugar a energia de me ser...de me ser.
A entranha desse amor doentio me expeli as tripas de dentro
do que não quero sentir.
Não convém para você toda essa luz de cinco sentidos
meu reluzir
meu colorido.
Não seque minhas palavras pro teu sugador de janelas
a visão, a pintura mental da tela
nem a comida da panela.
deixe-se viver um amor pra somente ter.
Habite-se Permita-se
Esqueça-se, e somente cale-se.
( Caetano Rampinelli )
è melhor mentir para mim, me sugar a energia de me ser...de me ser.
A entranha desse amor doentio me expeli as tripas de dentro
do que não quero sentir.
Não convém para você toda essa luz de cinco sentidos
meu reluzir
meu colorido.
Não seque minhas palavras pro teu sugador de janelas
a visão, a pintura mental da tela
nem a comida da panela.
deixe-se viver um amor pra somente ter.
Habite-se Permita-se
Esqueça-se, e somente cale-se.
( Caetano Rampinelli )
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
...
Vou fechar a porta da sala, a porta do carro
perder as chaves, soltar o pigarro,
prender a indecência, soltar a minha inocência.
Resgatar meu ser, fugir do querer.
prender meu trovadorismo, meu lado barroco.
meu ultra-romantismo, deixar sondar o oco.
meu lado quente, quero você morna, estável...morto
meu lado frio, quero você gelado, intacto...vazio
Quero aprender, e apreender o equilíbrio
sentir se ele é translúcido, ou sombrio.
Não quero mais esse lado vadio
E de que me adianta, esses artifícios
as palavras, as verbais lavadas,
se o que me consome são os vícios
etílicos, melódicos, metódicos.
Ziguezagueando por entre as lacunas do meu mundo
vou chegando perto de jogar as centelhas das minhas idéias.
Minhas alunas, avulsas do que teoricamente alimentaria o oposto.
anseios
maternos seios.
Desatinando os cordões umbilicais
desenfreando pensamentos angelicais
Travando batalha com tudo que é bucólico
esvaindo-se do eterno diabólico.
parnasiano
perder as chaves, soltar o pigarro,
prender a indecência, soltar a minha inocência.
Resgatar meu ser, fugir do querer.
prender meu trovadorismo, meu lado barroco.
meu ultra-romantismo, deixar sondar o oco.
meu lado quente, quero você morna, estável...morto
meu lado frio, quero você gelado, intacto...vazio
Quero aprender, e apreender o equilíbrio
sentir se ele é translúcido, ou sombrio.
Não quero mais esse lado vadio
E de que me adianta, esses artifícios
as palavras, as verbais lavadas,
se o que me consome são os vícios
etílicos, melódicos, metódicos.
Ziguezagueando por entre as lacunas do meu mundo
vou chegando perto de jogar as centelhas das minhas idéias.
Minhas alunas, avulsas do que teoricamente alimentaria o oposto.
anseios
maternos seios.
Desatinando os cordões umbilicais
desenfreando pensamentos angelicais
Travando batalha com tudo que é bucólico
esvaindo-se do eterno diabólico.
parnasiano
domingo, 22 de janeiro de 2012
Pleonautico
Eu te amo você
Te toco com a pinha pele,
Te olho com meus olhos,
Te pego no barco, no cais,
convalescente nas entranhas.
Te canto com harpas vocais
Te anoiteço com a lua
Te arrepio com o calor, com o calor do sol.
Te acalmo na minha, te irrito na tua
te pleonasmo, te exalto.
Te esmago com agulha,
Te enalteço com solta agulha.
Te espero na tua vinda,
na despedida, ei de esquecer
apedrejando com pétalas de manacá
te acaricio com pome
te alivio a fome
te grito: Vem cá! Vem cá!
te despeço
te meço
Te guardo no vício das palavras
na imensidão de ser
na beleza, do crescer.
( Caetano Rampinelli )
Te toco com a pinha pele,
Te olho com meus olhos,
Te pego no barco, no cais,
convalescente nas entranhas.
Te canto com harpas vocais
Te anoiteço com a lua
Te arrepio com o calor, com o calor do sol.
Te acalmo na minha, te irrito na tua
te pleonasmo, te exalto.
Te esmago com agulha,
Te enalteço com solta agulha.
Te espero na tua vinda,
na despedida, ei de esquecer
apedrejando com pétalas de manacá
te acaricio com pome
te alivio a fome
te grito: Vem cá! Vem cá!
te despeço
te meço
Te guardo no vício das palavras
na imensidão de ser
na beleza, do crescer.
( Caetano Rampinelli )
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